sexta-feira, 20 de março de 2009

"Pessoas Reativas"


É comum esbarrarmos em pessoas que têm como lema: “meu comportamento depende do seu”. A isso, chamo reação. E quase nunca a reação é uma atitude assertiva e positiva.
Reagir, nestes casos, é o mesmo que imitar, usar a ação do outro, agir impulsivamente. E todas estas características levam invariavelmente à limitação. Quando existe a reação ao invés da ação, todas as possibilidades do vir-a-ser individual desaparecem. A própria singularidade é entregue ao opositor numa bandeja.
Pessoas reativas quase sempre agem desta forma não por leviandade, mas por acreditar que estão sendo justas. Mas, justas com quem?
A reação proporciona uma falsa satisfação imediata. É como se a sentença “olho por olho, dente por dente” fosse cumprida à risca. Mas, com o passar do tempo, esta atitude extremada cede lugar ao arrependimento, insegurança e sentimento de culpa, pois, muitas vezes, acontece simplesmente um desabafo e a situação em si não é resolvida de forma eficaz para nenhuma das partes.
Um antídoto contra a reação impulsiva é sem dúvida alguma o auto-conhecimento. Conhecendo a si mesmo, é possível brecar qualquer tipo de comportamento intempestivo, tendo a chance de pensar melhor sobre o assunto, refletir quais são de fato as melhores alternativas de resposta à situação crítica e indiretamente, diminuir o comportamento agressivo e desafiador do outro.
Refletir ao invés de reagir é praticar a sabedoria interior. Esta atitude só traz benefícios, principalmente por resolver efetivamente o conflito criado de forma positiva a todos.

Luz e Paz!

quarta-feira, 4 de março de 2009

"O curioso caso de Benjamin Button"




Quem puder assistir a esta produção impecável, não perca tempo! "O curioso caso de Benjamin Button" é uma história que nos faz refletir de forma profunda e poderosa sobre nós mesmos, sobre nossas escolhas, sobre o rumo que damos às nossas vidas, sobre a nossa transitoriedade.


Muito além do enredo fantasioso que fala sobre um bebê que nasce velho, o filme nos convida a perceber como somos ímpares e em como essa singularidade é um presente que temos que desembrulhar aos poucos, a cada dia, descobrindo a sorte de sermos quem somos.


O poder de superação de dificuldades e a forma como o protagonista consegue transformar um suposto problema em uma lição de vida, faz-nos pensar em como podemos fazer o mesmo.


É um brinde à auto- aceitação e à aceitação de nossa história, um caminho que necessariamente nos leva à conclusões muito positivas sobre a vida!


Aproveitem!




Luz e Paz!


Pedrita